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quarta-feira, 22 de julho de 2020
terça-feira, 14 de abril de 2020
UMA”NÃO RESENHA” CRÍTICA SOBRE A OBRA DO ESCRITOR VALQUE SANTOS
Em seus seis livros, Valque Santos trilha uma vaga
estrada de composições poéticas (não cronológicas), mas, com um sentido de
evolução filosófica. Ao permear entre “micro-crônicas” e versos direcionados
aos mais variados temas, o autor faz nascer um novo conjunto de escrita capaz provocar
no leitor – instantes de flutuação imaginária – com o soar de suas antíteses e mesóclises
nas obras: 10 Poemas D’um Amor Total; 4 Poemas de Rua; Nunca Vou Esquecer de
Lembrar de Você; Além da Solidão; Amizade e Poesia e Por Ser Exato.
Esse conjunto de Obras é antes de qualquer coisa um
compêndio alegórico e intelectual ao mesmo tempo. Ele invade ciclicamente todos
os gêneros da escrita portuguesa, sem desmerecer o processo de liberdade
criativa do autor. Do narrativo ao descritivo; do dissertativo-argumentativo ao
expositivo e ao injuntivo há um maravilhoso carnaval que prende inconscientemente
o leitor.
Proposital ou não, nos faz lembrar as “revoluções
literárias” provocadas pelos escritores do final do século XIX e início do
século XX.
Diante de toda inovação tecnológica, passa-se despercebida
essa observação, mas antes, tivesse o autor nascido há oito décadas, quem sabe
essa sua inovação literária fosse perceptível.
-----Plataformas de Contato do Autor:
Facebook/valquesantos
Iinstagram: @valquesantos
domingo, 29 de dezembro de 2019
A UNIVERSALIDADE DA MODALIDADE QUÂNTICA NA ARTE TEXTUAL
Existem várias vertentes de conceitos sobre a
consciência. Muitas permeiam do Wikipédia até os livros mais complexos como a
teoria do Biocentrismo do Dr. Robert Lanza. Em suma, quase todas as teorias
levam para uma única luz no fim do túnel: (a consciência cria a realidade).
O pensamento como produto da consciência tende a
reger, organizar e pré-julgar tudo que conhecemos como matéria e não-matéria no
universo – a propósito, quando falo de
universo, não estou me referindo apenas ao espaço da via láctea ou das
galáxias, me refiro a todo o espaço que há dentro e fora do nosso corpo
(material/carnal) – quando utilizamos dos produtos do conhecimento humano
como as artes, por exemplo, para registrar; montar; articular e propagar
informações ou entretenimento, aplicamos a essas produções a nossa consciência.
Tudo que criamos é um resumo total e/ou parcial da
nossa consciência. Seja lá qualquer coisa, de um objeto simples às mais altas
tecnologias; de um simples quadro de paisagem à textos e assim por diante. Entrando
dentro do campo de produção textual, mais precisamente na poesia – cujo o conteúdo
em sua maioria – nos leva a criar uma outra realidade enquanto lemos e apreciamos
tais textos, podemos ter uma gama bem maior de aplicação para o uso da
consciência, logo, materializamos as situações, sentimentos e sintomas
provocados pelo envolvimento dentro da ‘poieses’.
Eu certamente acredito que a referência de
criatividade supracitada não se aplica somente ao gênero de poesia, ela vai de
mãos dadas com todo tipo de criação textual seja lá qual for. A viagem
sistemática pela leitura também acontece em contos, crônicas, cordéis e outros
tipos de padrões textuais, quando pensamos na cena de cada frase ou verso e nos
colocamos no meio dela, aquele dado momento da leitura não passa de uma
modalidade de tunelamento quântico.
Então responde um questionamento básico feito por
muitos: “quando um poema ou um texto é quântico?” – responde-se: “quando o
mesmo consegue provocar no leitor, o tunelamento quântico para dentro da cena
descrita no texto.”, logo, é tudo quântico.
terça-feira, 26 de novembro de 2019
A RELAÇÃO QUÂNTICA ENTRE OS ARQUÉTIPOS DE ‘JUNG’ E AS RUPTURAS TEMPORAIS DENTRO DO INCONSCIENTE INDIVIDUAL NO LIVRO “O LADO OCULTO DA POESIA QUÂNTICA”:
Tendo como conceito básico que é uma representação de um primeiro
modelo de algo ou antigas impressões sobre algo, os arquétipos surgem para nos
dá uma base do que queremos representar.
Já no conceito criado pelo suíço Carl Gustav Jung, tais, são conjuntos
de imagens primordiais que dão sentido às histórias passado entre gerações,
formando o conhecimento e o imaginário do inconsciente coletivo. Também é
associado a experiências universais, como nascimento e morte. É explorado em
diversos campos de estudo, como a filosofia, psicologia e a narratologia.
A relação psíquica empregada pelos arquétipos na análise individual
tende a corresponder e identificar as correlações no passado, presente e futuro
de cada indivíduo. Determinado fatos que ocorreram no passado e que de certa
forma foram “depositados” no inconsciente (cujos os mesmos causem neuroses compatíveis
com a normalidade ou consideradas normais) costumam repetir-se de uma forma
reeditada, podendo então se incluso dentro do conceito de colapso de função de
onda.
De certa forma mecânica, alguns fatos já vividos irão se repetir e
dentro desses fatos, sejam eles: momentos de fúria; de amor; de tristeza ou de
sentimentos diversos sempre serão marcados por algum ícone específico ao qual
podemos também chamar de “gatilhos psíquicos”. E esses ícones poderão vir então na forma mais associativa que incomode de algum modo o indivíduo (na forma de um monstro, na forma de uma mulher, na forma de um animal etc).
Esse (vai e vem) na linha temporal da vida do indivíduo torna-o capaz
de conviver pacificamente com as neuroses desenvolvidas pela “centrifugação”
das possíveis dores sentimentais que não necessariamente precisamos identificar
como “processos patológicos psíquicos”.
A exposição versificada dos diálogos cotidianos no referido livro,
levam o leitor a entender de forma simplificada toda a relação entre o universo
psíquico e espaço exterior dos personagens da estória contidos nos poemas. O
salto relativamente quântico de uma estrofe para outra, dá ao leitor a
possibilidade um auto transporte (não físico) para a linha tênue da imaginação
humana - mesmo tendo o leigo conhecimento sobre a psiquê – o leitor sentirá na
apreciação vasta dos textos, a sensação da identificação de cada gatilho psíquico.
Leia, #OLadoOcultoDaPoesiaQuântica
segunda-feira, 18 de novembro de 2019
O PRINCÍPIO POÉTICO DA INCERTEZA ou O PRINCÍPIO DA INCERTEZA POÉTICA?
A naturalidade da palavra, carregada de sentimentos destroem as
técnicas de escrita para “marginalizar” os versos. Motivo esse que leva os
dogmáticos das escolas literárias a consumir Dorflex de Tylenol.
Já dizia Werner Heisenberg, em sua teoria, em seu artigo de 1927, onde
propõe que em nível quântico quanto menor for a incerteza na medida da posição
de uma partícula, maior será a incerteza de seu momento linear e vice-versa.
Aplicando isso nas construções poéticas esbarramos em diversas dúvidas
de como considerar que uma poesia é quântica ou não.
Primeiro; Vamos lembrar que tudo que conhecemos seja matéria sólida ou
não é construído e formado pela nossa consciência. Tudo é composto de forma
sistemática, logo, observando em micro e macro escalas pode afirmar que tudo
que conhecemos vistos pelos nossos olhos são sistemas quânticos, que nada mais
é o que uma combinação de unidades ou partes formando um sistema complexo ou
unitário teórico ou real baseado em física quântica, ou simplesmente, tudo
aquilo que admite uma descrição dinâmica fechada dentro da mecânica quântica.
Objetos que obedecem às leis da Mecânica Quântica, por exemplo, o elétron, o próton
e o nêutron, o conjunto de tais objetos (e suas interações), constitui um
sistema quântico.
Segundo; Vamos entender sobre o COLAPSO DA FUNÇÃO DE ONDA, que é um
processo pelo qual um sistema quântico aparentemente evolui de acordo com as
leis da mecânica quântica. Isto é também conhecido como colapso do vetor de
estado. A existência do colapso da função de onda é necessária. No geral,
sistemas quânticos existem como a superposição de estados fundamentais, e
evoluem no tempo. Contudo, quando a função de onda colapsa, da perspectiva de
um observador o estado dos objetos envolvidos parecem "pular" para
outro tipo de estado onde adquire outro valor de propriedade e medida que pode
ser associado com o primeiro estado de origem.
O ponto de observação de um dado objeto pode levar o observador a
colapsar as ondas desse objeto dependendo de como a consciência ou o nível de consciência
do observador entenda a importância do objeto para o universo em que os dois
estão inseridos.
(tratamos de objeto não apenas
coisas sólidas formadas por concentrações diferentes de átomos e ou estruturas
moleculares, mas sim, também, pensamentos).
Pensamentos falados (oral e gravados); Pensamentos escritos (impressos
ou pintados) também são objetos que podem ser observados a partir de um ponto
de consciência construtiva que podem estruturar ou desestruturar novas
realidades para o objeto observado.
Quando certo observador lê um determinado texto, sua consciência passa
a coexistir dentro do contexto literário do referido conteúdo para se fazer
entendido aquilo que ali está escrito ou descrito.
Para dos diversos tipos de textos, destacamos a poesia como meio mais
fácil de construir uma nova ou outra realidade que permeia pelo colapso da
função de onda. Alguns ou outros conjuntos de versos poéticos fazem o leitor
viajar em seus contextos, esses, já são por si, provocadores desses colapsos,
pois ao fazerem com que o leitor se imagine dentro da possibilidade de que
aquele verso faz parte de sua história ou de um dado momento da sua vida, ali
já ocorre o processo evolutivo que podemos chamar de sistema quântico (o texto
+ o leitor + consciência + imaginação = sistema quântico da leitura).
A volta para a realidade no final da leitura ou na “retomada” da consciência,
já reorganizada pela satisfação de poder mudar o estado real do objeto/texto dá
ao leito a possibilidade de se inserir cada vez mais da técnica que o mesmo
descrobrira na prática do uso do referido sistema quântico da leitura.
Neste ponto o LADO OCULTO DA POESIA QUÂNTICA passa a ser explicito e
exposto.
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
O SEGREDO REVELADO
Cada Poema meu
tem uma chave
para um segredo no universo
aquele que conseguir ver
terá a possibilidade
de ficar livre da prisão
da bola que é este planeta.
Adriano Sales.
tem uma chave
para um segredo no universo
aquele que conseguir ver
terá a possibilidade
de ficar livre da prisão
da bola que é este planeta.
Adriano Sales.
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
POEMA
HOJE
Dê conectividade
e receberás (in)amizade
numa (des)conectividade
ampla e (anti)favorável
Una o que se ama
ao que se curte
longe dos trágicos
e rebeldes dissabores
No campo ainda vive flores
mesmo o coração bobeando
as doses de sangue que nos restam
Ainda é possível viver o amor
ou quem sabe restringir-se
ao profundo caos desse terror.
--------
--------
(Adriano Sales)
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quinta-feira, 11 de julho de 2019
POEMA EM 4 ATOS
1.SUBINDO A
ESCADA
sobe cada
degrau
em direção
ao céu
momentâneo e
clássico
onde será
seu renascimento
seu brilho
retrai minha íris.
2.O MACACÃO
vem para postergar
o acaso
cobrindo sua
longa alma
seu corpo
humano
esse mundo
insano
sua classe
perfeita
num caminhar
de estreita
flutuando os
meros pensamentos
tão alheios
quanto os desejos
despendidos
pela repressão
imposta ao
meu olhar.
3.MEU
DISFARCE
olho para
parede
meu fixo
ponto
é um pêndulo
tonto
que orbita vagarosamente
no meu plano
mental.
4.TOMARA QUE
CAIA
toda minha
ignorância
referente ao
poético momento
em que suas
estradas
tão
perfeitas e curvadas
abrilhantaram-se
pelo curioso
escuro
onde
apresentava-se
os singelos
raios brancos
ofuscando
suas luas.
Está a venda o novo livro: #OLadoOcultoDaPoesiaQuântica
@adrianosalespoeta
quarta-feira, 3 de julho de 2019
Lançamento do Livro: Poemas no Café
Clipping:
Blog da Editora Rascunhos
A Edições
Rascunho tem a honra de convidar você e sua família para prestigiarem mais um
grande lançamento.
O Livro “Poemas no Café” da escritora e poetisa Vanessa Ferreira, traz
um conjunto de belos textos num conteúdo universalista e atraente. São poemas
da intensas sentimentalidades, que nos faz viajar nos versos e rimas.
#Poemasnocafé
#VanessaFerreira
@VanessaFerreira
sábado, 22 de junho de 2019
quarta-feira, 19 de junho de 2019
O Lado Oculto da Poesia Quântica
UMA
POESIA ENGAJADA E ARROJADA
Por Karla Freire / Jornalista e Escritora
Revista Literalmente Pernambuco
Poucas vezes podemos observar uma liberdade tão destemida na produção de livros e de poemas como esses do livro “O Lado Oculto da Poesia Quântica”, do escritor Adriano Sales. A combinação de seu conjunto de poemas dá ao leitor uma passagem secreta para um mundo holístico e ao mesmo tempo simplório. Essa fórmula permite um desdobramento físico e atemporal ao se deparar com a leitura contínua das páginas quânticas dessa obra. Assim afirma o autor.
Adriano Sales na escrita transcende
em traços comuns ao Modernismo Brasileiro, reflete Olavo Bilac intitulado “o
poeta das estrelas”, no momento que apresenta sua admiração pelo cosmo, até
adentrar nas teorias de ficção científica como todo bom "nerd" amante
da ciência. Ele também valsa nas noções de psicanálise e hipnoterapia até às
aulas de física quântica, tudo para abrilhantar sua poesia e nos apresentar seu
interior peculiar. Brinca com a assonância, ritmo, término dos versos, formato
de letras e estrutura de seus próprios escritos, tudo para acessar nosso inconsciente
e se fazer presente com palavras chaves, jogos verbais e imagéticos.
Hipnoterápico e embalador, não se prende só a um estilo de escrita, misturando
todas as ciências citadas acima, ele revela sua poesia hora científica, hora
sentimentalista, na prosa e no poema, trazendo espanto e encantamento aos
leitores.O livro está disponível para vendas no blog do autor, www.adrianosalespoeta.blogspot.com.br pelo preço de R$ 25, 00 + Taxa de entrega, com atendimento para todo o Brasil.
quarta-feira, 13 de março de 2019
E-book Grátis
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terça-feira, 4 de dezembro de 2018
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segunda-feira, 26 de novembro de 2018
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sexta-feira, 26 de outubro de 2018
Pré-Venda do Livro O LADO OCULTO DA POESIA QUÂNTICA
Começamos a pré-venda do meu novo livro O LADO OCULTO DA POESIA QUÂNTICA. Você pode adquirir através do nosso Blog, realizando a compra por BOLETO BANCÁRIO.
VALOR PROMOCIONAL DE PRÉ-VENDA:
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#AdrianoSalesPoeta
@adrianosalespoeta
sábado, 14 de julho de 2018
Banda Macunamassa vem com tudo...
Está disponível o primeiro registro em estúdio da banda MACUNAMASSA. Você já pode ouvir online e baixar gratuitamente o EP “SMOKING KILLS” nos links abaixo:
LINK YOUTUBE
https://www.youtube.com/watch?v=siI3Zo-8K6s
(BAIXAR GRÁTIS) - LINK SUA MÚSICA
https://www.suamusica.com.br/macunamassaep
LINK SOUNDCLOUD
https://soundcloud.com/macunamassa-banda/sets/ep-smoking-kills-2018-macunamassa
BANDCAMP
https://macunamassa.bandcamp.com/album/smoking-kills
SER OU NÃO SER UM DOUTOR, EIS A QUESTÃO:

E o que sou eu,
se não mais
um vassalo
sem o título
de doutor,
mesmo tendo
as atitudes de um,
enquanto os
que são doutores
nem suas
próprias atitudes carregam,
estaria eu
sendo imprudente ?
pelo fato de
não me dar ao luxo
de escalar
na leitura a montanha de livros
que me
separa dos doutores.
E Eu,
justamente eu...
que não
tenho diploma de doutor
repouso em
diversos doutorados
por minhas
experiências compulsivas
já que os
reais doutores apenas sentam sobre seus títulos
sempre
preocupados em ter que dividir os tais
com aqueles
que por excelência
são muito
mais doutores sem um pedaço de papel
do que
aqueles que possuem seus outorgados diplomas
mesmo por que
para atingir suas excelências
desbravaram também
montanhas de livros
e excepcionalmente
esses não se preocupam
em dividir o
título com vossas excelências doutores.
(A.Sales,
julho/2018 – Recife-PE)
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www.recantodasletras.com.br/autores/adrianosales
domingo, 8 de julho de 2018
Poema: QUANDO EU ERA VIVO
QUANDO EU
ERA VIVO
Quando eu
era vivo
era
meramente ignorado
hoje eu
morto
sou hipocritamente
lembrado
Quando eu
era vivo
quis
promover a união
hoje eu
morto
querem todos
ser irmãos
Quando eu
era vivo
tentei aos
menos chamar a atenção
hoje eu
morto
querem todos
me dar ostentação
Quando eu
era vivo
Dei amor
mais de uma vez
hoje eu
morto
todos querem
me amar de uma vez
Quando eu
era vivo
ninguém
entendia minha opinião
hoje eu
morto
o que falei
virou jargão
Hoje eu
morto
não existo
mais
insanamente
posso estar vivo
em
arrependimentos que não sinto mais.
(A.Sales, julho/2018
– Recife-PE)
domingo, 10 de junho de 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
HÁ(MOR)
Desfeito por ocasião
O orgulho vai ao chão,
Despertado pelos destroços
De desejos recompostos
Num amor de esforços,
Escantilhado o coração se recompõe
Ao mero efeito do magnetismo insuportável
O corpo logo se dispõe
Num vazamento claro e afável,
Debruçado num leito de estrela cadente
A simplicidade de teu sabor
Vaga, vagarosa e fortemente
Nas vias do estranho compositor
Arde em gelo restritamente
O amargo enfado do amor.
------------------------------
Autor: Adriano Sales
www.adrianosalespoeta.blogspot.com
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#TerradosPoetas
#PalmaresPE
#Palmares
#Escada
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E CONCORRA A SORTEIO DE LIVROS TODA SEMANA
O orgulho vai ao chão,
Despertado pelos destroços
De desejos recompostos
Num amor de esforços,
Escantilhado o coração se recompõe
Ao mero efeito do magnetismo insuportável
O corpo logo se dispõe
Num vazamento claro e afável,
Debruçado num leito de estrela cadente
A simplicidade de teu sabor
Vaga, vagarosa e fortemente
Nas vias do estranho compositor
Arde em gelo restritamente
O amargo enfado do amor.
------------------------------
Autor: Adriano Sales
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